O trabalho manual da sua empresa tem um preço. O Jinas mede-o antes de o automatizar.
A maioria das plataformas de agentes começa por perguntar que ferramenta quer ligar. O Jinas começa por perguntar quanto custa o processo hoje — e só automatiza o que se consegue medir, fundamentar e reverter.
- 7
- tipos de passo no runtime
- 1.0
- versão da especificação portável
- eu-west
- região de dados por omissão
- 100%
- das execuções com trace de custo
O problema
O problema raramente é a falta de ferramentas. É a lógica que vive entre elas.
As empresas acumulam CRM, email, contabilidade, arquivo e mensagens. O que continua manual é a decisão intermédia: ler o pedido, procurar a regra aplicável, redigir a resposta, verificar se pode ser enviada e registá-la em três sistemas.
Conhecimento que não está em lado nenhum
A tabela de preços está num ficheiro, a exceção negociada está num email e a regra de escalamento está na cabeça de uma pessoa. Um modelo sem esse contexto inventa com confiança.
Automação sem prova
Demonstrações impressionam, mas raramente dizem quanto custou a execução, que fonte foi usada nem o que aconteceu quando falhou.
Dependência sem saída
Quando a automação vive dentro de uma plataforma fechada, o encerramento de um fornecedor transforma-se num projeto de emergência.
Como funciona
Medir, documentar, executar, governar.
Quatro etapas com uma ordem deliberada: só se automatiza depois de existir um número de referência e uma fonte de verdade.
Medir
Cada processo entra no sistema com um baseline explícito: minutos por execução, execuções por mês, custo/hora e taxa de erro. Sem baseline não há ROI — há opinião.
Documentar
O conhecimento operacional é indexado em fragmentos com permissões próprias e proveniência. Quem não pode ver um documento não vê o fragmento, nem indiretamente através de uma resposta gerada.
Executar
O workflow corre passo a passo — recuperação, classificação, geração, regras, validação, aprovação, ação — e cada passo grava entrada, saída, evidência, tokens, custo e latência.
Governar
A política de risco decide o que é autónomo e o que para à espera de uma pessoa. A decisão é registada com autor, momento e comentário.
Anatomia de uma execução
Sete tipos de passo. Nenhum deles opaco.
Um workflow no Jinas não é uma caixa preta com um prompt dentro. É uma sequência declarada, onde cada passo tem responsabilidade única e resultado inspecionável.
A distinção que importa: a geração é feita pelo modelo, mas a autorização é feita por regras. Um desconto de 30% não é recusado porque o modelo achou estranho — é recusado porque uma expressão determinística falhou.
- RETRIEVERecuperar contexto interno4 fragmentos · 8 ms✓
- CLASSIFYClassificar o pedidopricing · 0,70✓
- GENERATERedigir resposta1 284 tokens · $0,0061✓
- RULERegras de negócio3 asserções✓
- VALIDATEValidar fundamentaçãocom fonte✓
- APPROVALAprovação humanarevisor · risco alto◷
- ACTIONRegistar no CRMbloqueado pelo gate·
Diferenciação
O que decidimos tornar visível.
Cada ponto abaixo corresponde a uma decisão de arquitetura documentada, não a uma promessa comercial.
Trace completo por execução
Não é um log: é o percurso reconstruível. Que fragmentos foram recuperados, que regras correram, quanto custou cada passo e o que foi efetivamente escrito nos sistemas externos.
Aprovação humana como estado
Uma execução fica formalmente em «aguarda aprovação» e não avança sozinha. Ações irreversíveis nunca são um efeito lateral de uma notificação por ler.
Regras decidem, o modelo redige
Limites de desconto, tolerâncias de valor e condições de escalamento são expressões determinísticas avaliadas fora do modelo. O modelo trata de linguagem, não de autorização.
Especificação portável
Cada workflow é um documento versionado e legível. Exportável a qualquer momento, executável por qualquer runtime que implemente o contrato publicado.
Custo atribuído, não estimado
Tokens e custo são registados por passo, por execução e por processo. O retorno é apresentado com um grau de confiança, e a confiança é baixa quando os dados são poucos.
Residência de dados na UE
Região declarada por organização, subprocessadores nominais e um caminho de eliminação e exportação que pode ser testado antes de assinar.
Posicionamento
Onde nos separamos das alternativas.
Não competimos por número de integrações. Competimos por aquilo que é possível provar depois de a automação estar em produção.
Ponto de partida
Ligar ferramentas e construir agentes.
Jinasregistar o processo, o seu volume e o seu custo; o workflow vem depois.
Retorno
Casos de estudo publicados pelo fornecedor.
Jinascálculo sobre execuções observadas, com grau de confiança explícito.
Contexto
Base de conhecimento única para toda a organização.
Jinaspermissões por fragmento; o retrieval respeita o papel de quem pergunta.
Ações de risco
Notificação e confiança no operador.
Jinasestado de espera bloqueante, com papel mínimo exigido e registo da decisão.
Custo
Fatura agregada no fim do mês.
Jinastokens e custo por passo, por execução e por processo.
Saída
Exportação parcial, mediante pedido.
Jinasexportação completa da organização por API, sem intervenção do fornecedor.
Protótipo
O console está a correr com dados de demonstração.
Uma organização industrial fictícia, quatro processos com baseline, uma base de conhecimento com permissões diferenciadas e dois workflows ativos — incluindo um que atravessa aprovação humana.
Credenciais de demonstração disponíveis em /login.