Empresa
Construímos a partir de uma tese estreita.
Modelos e agentes tornaram-se acessíveis a qualquer equipa. O que continua difícil é saber se a automação está a produzir valor, se está fundamentada, quanto custa e o que fazer quando falha. É esse o problema que escolhemos.
A consequência prática é uma ordem de construção invertida em relação ao habitual: primeiro o registo do processo e o seu custo, depois a camada de conhecimento com permissões, depois o runtime observável, e só no fim o catálogo de integrações. Um catálogo grande sobre um runtime opaco produz demonstrações boas e pilotos inconcluíveis.
Princípios
Seis regras que usamos para decidir.
Medir antes de prometer
Nenhum número de retorno é apresentado sem baseline e sem grau de confiança. Quando os dados são poucos, dizemos que a confiança é baixa.
Regras decidem, modelos redigem
Autorização, limites e tolerâncias são expressões determinísticas. O modelo trata de linguagem e classificação, nunca de permissão.
Nada opaco por omissão
Se um comportamento não pode ser inspecionado no trace, é um defeito de desenho — não uma decisão de simplicidade.
A saída faz parte do produto
A exportação completa não é uma concessão comercial. É uma rota testável, construída ao mesmo tempo que a entrada.
Falhar de forma restritiva
Regra malformada escala o risco. Aprovação sem condição exige sempre decisão. Conector desconhecido interrompe o passo.
Ser explícito sobre limites
Dizemos onde não recomendamos usar o produto e que certificações não temos. A alternativa custa mais tarde.
Estado do produto
O que funciona hoje e o que ainda não existe.
Este é um protótipo com uma fatia vertical completa e verificada por testes automáticos. A tabela abaixo é a lista honesta.
| Capacidade | Estado real | Situação |
|---|---|---|
| Autenticação, papéis e isolamento por organização | Token de sessão, cinco papéis hierárquicos e filtro de organização em todas as consultas de domínio. | funciona |
| Processos com baseline e cálculo de retorno | Registo, listagem e retorno calculado sobre execuções observadas com grau de confiança. | funciona |
| Workflows versionados com especificação portável | Criação validada, versionamento automático e ativação com arquivo das versões anteriores. | funciona |
| Runtime com sete tipos de passo | Execução com trace completo, atribuição de custo e retomada após decisão humana. | funciona |
| Aprovação humana por política de risco | Estado bloqueante, papel mínimo exigido, decisão idempotente e registo em auditoria. | funciona |
| Conhecimento com permissões e proveniência | Ingestão, fragmentação, ACL por fragmento e recuperação filtrada antes do ranking. | funciona |
| Analítica e auditoria | Autonomia, sucesso, custo por fornecedor, poupança estimada e registo append-only consultável. | funciona |
| Exportação completa da organização | Uma chamada devolve tudo, incluindo trace, sem segredos. | funciona |
| Recuperação semântica | A recuperação é lexical com a mesma interface de um retriever vetorial; embeddings e base vetorial ficam por integrar. | parcial |
| Fornecedores de modelo reais | O gateway resolve fornecedor e modelo, mas o cliente HTTP para fornecedores remotos não está implementado; degrada para determinístico. | parcial |
| Conectores de produção | Catálogo e contrato de operações existem; as escritas correm em modo de simulação. | parcial |
| Execução assíncrona e agendada | A execução é síncrona no protótipo; a fila de trabalho e os gatilhos por evento ainda não existem. | ausente |
| Avaliação sistemática de qualidade | Conjuntos de avaliação, deteção de regressão e histórico de exatidão. | ausente |
| Faturação e limites de plano aplicados | Os limites estão documentados mas não são impostos pelo código. | ausente |
| SSO, SCIM e segundo fator | Federação de identidade e ciclo de vida de contas. | ausente |